5 Erros a Evitar na Certificação de Entidade Formadora da FPF

Para ajudar os clubes a minimizar eventuais contratempos ao longo do processo, o EMJOGO reuniu um conjunto de erros a evitar na certificação de entidade formadora da FPF.

Sendo um processo relativamente recente, é necessário que os clubes tenham em conta que muita coisa irá mudar no seu processo de formação de atletas com muitos novos procedimentos, mais staff e um acompanhamento mais próximo dos atletas em várias áreas.

As mudanças e reestruturações por si só exigem um esforço extra e o desporto não é excepção!

Erros a evitar na certificação de entidade formadora da FPF

1. Encarar a certificação como um processo meramente burocrático

Por vezes, deparamo-nos com clubes que encaram o processo de certificação como uma obrigação ou mera burocracia e não como um investimento na melhoria do seu potencial.

Sabemos que o processo de certificação pode ser bastante complexo e exigente numa fase inicial. No entanto, todo este trabalho de preparação e de recolha de informações permite que os clubes tenham uma melhor consciência da sua realidade para que, a partir daí, possam tomar decisões baseadas em dados reais e apostem na melhoria do seu processo formativo.

A certificação é e deve ser vista como um passo para a melhoria do processo de formação

2. Deixar a preparação para a última da hora

O processo de certificação tem vários critérios respeitantes às diversas áreas da formação e são exigidas muitas informações que requerem um elevado grau de conhecimento quer das equipas quer dos atletas.  

Um dos grandes erros a evitar na certificação tem exatamente a ver com a falta de preparação, que resulta mesmo em que muitas vezes os clubes não consigam alcançar o objetivo a que se propuseram.

Por este motivo, é imperativo que a recolha e organização de todas as informações dos atletas, equipas e competições, seja feita ao longo de toda a época e não apenas no momento da submissão da candidatura ou das inspeções.

3. O Diretor de Entidade Formadora não assumir o seu papel de forma ativa

É fundamental que o Diretor da Entidade Formadora assuma a responsabilidade máxima pela certificação e assegure que o trabalho está realmente a ser feito.

Dependendo da quantidade de informações requeridas, o Diretor da Entidade Formadora pode contar com o apoio e colaboração de mais pessoas para controlar o trabalho de todos os departamentos e organizar devidamente a informação.

Esta distribuição de tarefas por pessoas específicas permite não só facilitar a coordenação e a execução de todo o processo, mas também garante que o responsável pela entidade formadora acompanha de forma eficaz todo o trabalho que está a ser desenvolvido. 

4. Ter o trabalho disperso e desorganizado

Há casos de clubes cujos departamentos têm de facto todo o seu trabalho registado, no entanto, os documentos estão em vários formatos de ficheiros ou então guardados em locais dispersos, nem sempre acessíveis.

Para facilitar tanto o processo de certificação como o acompanhamento dos dados pelo clube, é essencial que os ficheiros sejam armazenados da forma mais homogénea possível e de preferência num único local.

O Software de gestão desportiva EMJOGO pode ser um grande aliado neste ponto, pois ajuda a organizar e a centralizar o trabalho de cada departamento para que o registo, controlo e análise de dados seja feita de forma mais fácil e rápida.

5. Não tirar proveito do trabalho que foi feito para o processo de certificação

O grande objetivo da certificação é ajudar os clubes a melhorar gradualmente o seu projeto de formação.

Uma vez que já houve um grande esforço de recolha e organização de todas as informações relativas aos atletas e equipas, porque não aproveitá-las para monitorizar e melhorar o trabalho que está a ser desenvolvido com os vários escalões?

Lembre-se que para melhorar o desempenho e os resultados do processo formativo do clube pouco lhe serve recolher os dados apenas para a certificação. É crucial que estes sejam registados, analisados e utilizados continuamente ao longo da época desportiva para assim medir e melhorar os resultados de todo este esforço.

Mais que uma obrigação a certificação é uma mais valia para os clubes!

Mais do que o reconhecimento, a certificação é uma oportunidade para todos os clubes reorganizarem, acompanharem e melhorarem o trabalho que têm vindo a realizar. 

Para ajudar os clubes a minimizar alguns destes erros e a melhorar o processo de certificação de entidade formadora, o software EMJOGO reúne um conjunto de funcionalidades que facilitam a organização, a consulta e análise do trabalho dos vários departamentos do clube, e ainda do desempenho dos atletas e equipas a cada época.

Agora que conhece alguns dos erros a evitar na certificação de entidade formadora, chegou o momento de reunir toda a equipa e começar a trabalhar em prol do futuro do seu clube!

 

Bom trabalho!

About the Author:

Formada em Marketing, a Jessica junta a paixão pelo desporto, em especial o futebol, ao gosto pela escrita. A sua missão? Trazer as melhores práticas no marketing e ajudar os clubes desportivos a melhorar as suas relações externas.